Polícia Civil cumpre mandado na Paraíba em operação contra fraudes online em jogos de azar

Jogo do Tigrinho, ou Fortune Tiger, é um jogo de caça-níquel para celulares BBC/Reprodução/Fortune Tiger A Polícia Civil cumpriu, na manhã desta quarta-f...

Polícia Civil cumpre mandado na Paraíba em operação contra fraudes online em jogos de azar
Polícia Civil cumpre mandado na Paraíba em operação contra fraudes online em jogos de azar (Foto: Reprodução)

Jogo do Tigrinho, ou Fortune Tiger, é um jogo de caça-níquel para celulares BBC/Reprodução/Fortune Tiger A Polícia Civil cumpriu, na manhã desta quarta-feira (6), um mandado de busca e apreensão na cidade de Dona Inês, no Brejo da Paraíba, como parte de uma operação da Polícia Civil do Distrito Federal que investiga fraudes online em jogos de azar, como o "Jogo do Tigrinho". Na Paraíba, o mandado foi cumprido pela delegacia de Solânea e teve como alvo um homem de 18 anos, que não teve a identidade divulgada. "Demos cumprimento a um mandado de busca na cidade de Dominezio, em um imóvel situado no centro, e a situação era de envolvimento com fraudes, fraudes eletrônicas e cassinos online, envolvendo esse Jogo do Tigrinho", disse o delegado Pablo Macedo. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp As investigações apontam a atuação de uma organização criminosa estruturada, com divisão de tarefas, que utilizava contas “demo” para simular ganhos e induzir vítimas ao erro, principalmente por meio de redes sociais. O esquema foi identificado após uma busca realizada em julho de 2024 na residência de um influenciador digital em Brazlândia (DF), que direcionava seguidores a links manipulados. Vídeos em alta no g1 Segundo a polícia, o grupo movimentou e lavou cerca de R$ 11 milhões oriundos da atividade ilícita. Um dos investigados chegou a apresentar uma média diária de R$ 48 mil em transações. A Justiça determinou o bloqueio de R$ 11 milhões nas contas dos envolvidos. Os mandados são cumpridos no DF e seis estados: Goiás, Maranhão, Paraíba, Rio de Janeiro e Bahia. Os investigados podem responder pelos crimes de organização criminosa e estelionato. Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba